Hoje, o petróleo predomina a atividade comercial, e tudo gira em torno da produção de petróleo, junto com Petrobrás várias empresas tercerizadas, mais de 4000, se instalaram na cidade para poderem fornecer seus serviços à petrolífera.
A vinda dessas empresas e a própria instalação da Petrobrás, gerou uma enorme necessidade de mão-de-obra especializada. Isso chamou a atenção de muitas pessoas, que em busca de novas oportunidades e de salários maiores, pegaram suas coisas e foram atrás de uma nova vida em Macaé. Porém a maioria das pessoas não eram especializados, e ao chegar na cidade não conseguiram empregos e por conta disso foram se formando as favelas, que nem sequer possuem sistema de água encanada. As pessoas que não conseguiram emprego nas empresas, foram para o setor da construção civil, que era um dos setores mais aquecidos, uma vez que a cidade crescia muito e era preciso criar moradias para os trabalhadores, outros setores que serviram de “refúgio” para as pessoas foram o da prostituição e o tráfico de drogas.
Para as pessoas que possuíam especialização, contando somente as plataformas existiam 7.000 empregos diretos e 20.000 indiretos, que variam os salários até 45 mil reais. As pessoas que conseguiram tais empregos, acabaram por formar a elite de Macaé, que possuem carros de luxo, grandes casas e até helicópteros.
Ainda existem muitas vagas de emprego em Macaé, porém a mão-de-obra especializada é muito escassa. Existe um programa desenvolvido pela prefeitura chamado Programa Macaé de Primeiro Emprego (PMPE)/Projeto Juventude Cidadã, que visa dar qualificação em 19 diferentes cursos a jovens entre 16 a 24 anos para que possam entrar no mercado. O programa já atendeu mais de 3.000 jovens, dentre eles 840 já estão inseridos no mercado de trabalho, e como incentivo recebem pela prefeitura, um terço do salário mínimo durante 12 meses para continuarem no primeiro emprego.
Nenhum comentário:
Postar um comentário